sexta-feira, abril 04, 2014

A principio era os plágios, agora também ‘papers’ automáticos falsos

O spamming ingressou no seio da ciência. Como diz o artigo da Nature, dá no mesmo que os papers sejam submetidos a um mundo controlado (publishers e revistas de prestigio e com sistemas de revisão por pares) ou que sejam enviados a ambientes mais ou menos controlados, ou abertamente não controlados (páginas web, repositórios, etc.), como é o mundo Google. Não existem meios infalíveis que possam impedir que se produza a fraude, e como diz Emilio Delgado López-Cózar (2007) a respeito do peer-review como sistema de avaliação da fraude:

"não existem meios infalíveis que possam impedir que a fraude seja produzida, nem a publicação por si só é um selo que garante a confiabilidade e validez de uma pesquisa, nem o sistema de avaliação por especialistas é capaz de detecta-la e neutraliza-la. Basicamente por duas razões. Em primeiro lugar, porque o edifício científico se assenta sobre um pilar axiomático que é falsificável: se baseia na boa vontade dos cientistas; … mas se um cientista quiser mentir, mentirá. … Em segundo lugar, porque o sistema de alerta que a ciência emprega para contrastar a verossimilhança e a veracidade de um descobrimento se aplica em muitos poucos casos… é impraticável dado o volume atual que a ciência adquiriu".

No mundo da informática estamos acostumados aos vírus, troyan, hackers, phishing, spamming, etc., e para isso são instalados firewalls, antivírus, blacklists, senhas, e toda sorte de sistemas de segurança informática. LEIA MAIS AQUI

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